Um processo simples e profundo de alinhamento energético, para quem procura mais clareza, estabilidade e direção no dia a dia.
vamos a isso!21 dias · envio diário
Estás a fazer tudo. Cumpres, resolves, segues. Mas há dias em que a cabeça continua cheia, o corpo pede pausa e as emoções parecem ficar guardadas em gavetas que já nem sabes muito bem como abrir.
Eu sei o que é isto. Também vivi anos a sorrir e a dizer que estava tudo bem, enquanto por dentro pedia tudo menos isso.
Isso não significa que estejas mal. Nem que precises de mudar a tua vida toda.
Pode significar apenas que tens vivido muito para fora e que alguma coisa dentro de ti precisa de voltar a respirar. De uma pausa que não te peça mais esforço. De um lugar onde possas simplesmente acolher e deixar que aquilo que se foi acumulando comece, pouco a pouco, a encontrar outro lugar.
É para isso que existem os Ciclos.
Por fora, pode parecer que está tudo bem. Mas, quando abres as janelas e a luz entra, começas a ver o pó, o ar parado, as coisas acumuladas e os cantos que pedem atenção.
Abrir as janelas é um começo. Depois, há um cuidado que se faz aos poucos: limpar um canto, arrumar uma gaveta, perceber o que queres guardar e o que já não faz sentido manter. A casa vai ganhando espaço. O ar renova-se. E começas a sentir vontade de a habitar de outra forma.
É assim que gosto de explicar os Ciclos de Reiki: não como uma limpeza dramática, nem como uma promessa de resolver tudo em 21 dias. Mas como um trabalho subtil e contínuo, que cria as condições para observar, integrar e voltar a ti.
Uma abertura das janelas. Um pouco mais de ar. Um pouco mais de ti.
Na tradição do Reiki, parte-se da ideia de que o nosso bem-estar também está ligado à forma como a energia circula e se organiza. Fala-se em centros energéticos, em equilíbrio e em harmonização. Eu respeito essa linguagem, mas não preciso de a tornar complicada para te explicar o que faço.
Para mim, trabalhar energeticamente é criar condições para regressarmos a um estado de maior presença e coerência. Não significa controlar o que vai acontecer, nem substituir aquilo que pertence à medicina, à psicologia ou a qualquer outro acompanhamento profissional. Significa reconhecer que o corpo, a mente e as emoções não vivem separados e que, por vezes, todos precisam do mesmo: pausa e atenção.
O Reiki é uma prática complementar. Não exige crença e não obriga a sentir alguma coisa específica.
Matéria e energia. Estrutura e intuição. Uma não precisa de anular a outra.
Muito antes de termos nome para isto, diferentes culturas, em diferentes gerações, já falavam de energia, de campos invisíveis e da interligação entre tudo o que existe. Nas últimas décadas, também a física começou a explorar conceitos como campos de energia e interconexão à escala subatómica.
Não uso isto como prova científica do Reiki, seria simplificar algo que não quero simplificar. Uso-o só para dizer: esta forma de olhar para nós e para o mundo não é nova, nem é alheia à curiosidade científica. É, apenas, uma linguagem antiga a ser redescoberta, relembrada.
A investigação sobre Reiki continua, ela própria, em desenvolvimento. Existem estudos que exploram efeitos percebidos no relaxamento, no stress, na ansiedade, na dor e na qualidade de vida. Trata-se de uma prática não invasiva, utilizada como complemento de bem-estar, que deve caminhar ao lado dos cuidados de saúde que cada pessoa possa necessitar.
A Organização Mundial da Saúde reconhece a relevância crescente da medicina tradicional, complementar e integrativa e defende que a sua integração nos sistemas de saúde seja segura, regulada e baseada em evidência.
Em Portugal, o Reiki tem sido integrado em projetos complementares e de voluntariado em contexto hospitalar. O Hospital do Fundão foi pioneiro em Portugal ao oferecer sessões gratuitas de Reiki como terapia complementar para utentes e colaboradores, num projeto contínuo de voluntariado iniciado em 2013 em parceria com o Núcleo do Fundão da Associação Portuguesa de Reiki — existem outras iniciativas documentadas no IPO do Porto, no Hospital de São João, no IPO de Lisboa e no antigo Centro Hospitalar Universitário do Algarve.
A Associação Portuguesa de Reiki e a APRE (Associação Portuguesa de Reiki Essencial) têm também desenvolvido projetos e protocolos dirigidos a doentes, familiares e, nalguns casos, profissionais de saúde.
A presença do Reiki nestes contextos não vem para substituir a medicina, mas mostra que existe espaço para práticas complementares orientadas para o alívio da dor, para o conforto, o relaxamento e o bem-estar, quando aplicadas com ética, consentimento e respeito pelos cuidados convencionais.
Durante 21 dias, envio Reiki diariamente, à distância, para ti.
Este ciclo é um espaço de cuidado que se prolonga ao longo de 21 dias, integrado no teu descanso. Na inscrição, escolhes um horário entre as 01h00 e as 05h00.
O convite é abrandares e observares como te sentes ao longo dos dias, com atenção e sem expectativas sobre o que deves sentir.
Podes sentir calor, leveza, cansaço, emoções mais presentes, sonhos diferentes ou uma clareza inesperada. Também podes não sentir absolutamente nada. Nenhuma destas experiências prova, por si só, que o ciclo funcionou mais ou menos.
Não tens de sentir para receber. Só tens de observar, sem te forçares a encontrar sinais.
Como falamos de uma energia inteligente, ela atua naquilo que mais precisas — e nem sempre o que mais precisas é aquilo que queres.
Podes nunca ter feito Reiki. Podes não saber muito bem no que acreditas. Podes ter curiosidade, já ter lido algumas coisas ou trabalhar há anos com energia.
Não precisas de preparação, experiência ou de uma razão suficientemente grande. Podes chegar porque sentes cansaço. Porque precisas de tempo para recarregar a tua bateria. Porque atravessas uma fase mais exigente. Porque queres começar a olhar para partes tuas que pedem atenção. Ou simplesmente porque alguma coisa em ti disse: experimenta.
Se chegaste até aqui e sentiste curiosidade, isso já é suficiente.
Os 21 dias são a estrutura que aprendi na minha formação, a duração com que escolhi construir este trabalho e um período suficientemente longo para existir compromisso, continuidade e o tempo necessário para que percebas mudanças.
Ao longo desse tempo, podes receber sem pressa, reparar e deixar assentar. Não precisas de procurar mudanças todos os dias nem de analisar cada sensação.
Às vezes, só mais tarde reparas que respondeste de outra forma, que uma decisão ficou mais clara ou que determinada situação já não ocupa o mesmo lugar dentro de ti. Outras vezes, não consegues apontar uma mudança concreta. E isso também faz parte.
Ciclo após ciclo, não procuramos controlar. Criamos espaço para observar.
O Reiki é uma prática complementar e não substitui diagnóstico, tratamento ou acompanhamento médico ou psicológico.
Houve um tempo em que o simples ato de andar me custava.
Na adolescência, vivia para o desporto. Entre as aulas, a ginástica e o badminton, o movimento era tão natural para mim que nunca imaginei ter de aprender a confiar novamente no meu corpo.
Até que uma escoliose mudou tudo. Em cerca de um ano, a curvatura da minha coluna passou de 24 para quase 80 graus. Aos 15 anos, uma cirurgia de dez horas deixou-me com duas barras de titânio e 24 parafusos na coluna.
Seguiram-se meses de recuperação. Andar, estar sentada ou entrar num carro tornaram-se difíceis. Os meus colegas levavam-me a mochila; a minha mãe dava-me banho. Na piscina, onde antes me sentia tão à vontade, tinha medo de não conseguir proteger-me.
Durante anos, a dor e os muitos «não podes» levaram-me a organizar a vida à volta das limitações, deixando para trás possibilidades e sonhos importantes.
Anos depois, esse mesmo corpo estava dentro de uma ambulância da Cruz Vermelha.
Não como vítima, mas como Socorrista, a carregar vítimas numa maca, a prestar socorro antes e durante o transporte e a fazer parte de uma equipa que precisava de avaliar, agir e manter a calma quando cada minuto contava.
Se alguém tivesse mostrado essa imagem à menina que precisava de ajuda para levar a mochila ou tomar banho, talvez ela não acreditasse.
Entre esses dois momentos, houve um caminho que mudou a forma como me vejo e como vejo os outros.
A área financeira acompanhou esse percurso. Licenciei-me em Gestão de Empresas e comecei a trabalhar numa clínica de fisioterapia. Uma daquelas coincidências da vida: foi ali que comecei a permitir que tocassem no meu corpo e cuidassem de mim. Enquanto construía o meu caminho profissional, aprendia também a confiar e a receber cuidado.
Procurei ajuda para olhar para o que sentia e para o peso emocional que carregava. A PNL, o coaching transformacional e sistémico, as constelações familiares e, mais tarde, o Reiki fizeram parte desse processo. Voltei a treinar, recuperei força e redescobri capacidades que tinha deixado de explorar. Com medo, pequenos avanços e apoio, aprendi a respeitar o meu corpo e a dar-me a oportunidade de descobrir até onde podia ir.
O percurso profissional levou-me à Administração Pública. Fiz uma pós-graduação nessa área e hoje trabalho na área financeira, mais especificamente em contratação pública. Os números, a linguagem jurídica, as regras e a responsabilidade pelas decisões exigem rigor, discernimento e sentido prático, qualidades que também levo para o trabalho pessoal e energético.
Para mim, crescer espiritualmente é levar o que aprendemos para os lugares onde já estamos. Não precisamos de nos tornar terapeutas, podemos levar essa consciência para as instituições onde trabalhamos, para as decisões que tomamos e para a forma como tratamos as pessoas. É também nesses lugares que sinto que este trabalho é necessário.
Hoje, quando digo que uma decisão pode mudar uma vida, penso na distância entre o que acreditava ser possível e aquilo que consegui viver. Na coragem de começar sem saber como seria o caminho.
Conheço a vulnerabilidade de precisar de ajuda e o valor de alguém ficar ao nosso lado. Já vi como uma conversa, uma pergunta ou uma palavra no momento certo podem abrir uma possibilidade que antes não conseguíamos ver.
É essa presença que levo para o meu trabalho e para os ciclos de Reiki: a minha formação, a minha experiência e a atenção à pessoa que está desse lado.
Porque sei o que é sentir que a vida ficou limitada ao que nos aconteceu. E sei a força que existe em voltar a escolher o que fazemos a partir daí.
Este é o ponto de partida: um Ciclo Reiki completo, com envio diário durante 21 dias, por 33€.
Se sentires, no final, que queres continuar, encontras no formulário de inscrição os pacotes de continuidade (3 e 6 ciclos), com um valor mais vantajoso por ciclo.
Podes começar com um único ciclo. Não há compromisso de continuar.
Os Ciclos acontecem todos os meses, com início no dia correspondente ao próprio mês. Sempre que sentires que é a altura certa, há um novo ciclo à tua espera.
Próximo ciclo
a calcular...
| seg | ter | qua | qui | sex | sáb | dom |
|---|
Sim. Não precisas de saber meditar, perceber de energia ou ter qualquer experiência anterior. Podes chegar sem saber exatamente o que esperar. Só precisas de estar disponível para receber.
Também é para ti. O ciclo não pretende substituir aquilo que já fazes. Pode acrescentar continuidade, uma nova camada de perceção e um espaço diário onde não tens de conduzir o processo, apenas receber.
Pensa nele como um boost energético: um momento de pausa, reorganização e regresso a ti. Na forma como trabalho, o Reiki é enviado com a intenção de chegar onde for mais necessário naquele momento. Algumas pessoas sentem relaxamento, clareza ou maior leveza. Outras começam simplesmente a reparar no que precisa de atenção, de tempo ou de ser libertado. Cada pessoa vive o ciclo à sua maneira.
Não. O ciclo foi pensado para receberes enquanto dormes. Escolhi este período porque o corpo está em repouso, há menos estímulos externos e não precisas de interromper o teu dia nem de estar concentrada/o no processo.
Na inscrição poderás escolher um horário durante a madrugada, entre as 01h00 e as 05h00.
Está tudo bem. Não sentir calor, formigueiro, sonhos diferentes ou qualquer outra sensação não significa que tenhas feito alguma coisa mal, nem é uma medida do valor da experiência.
Pode acontecer sentires-te mais consciente das emoções, pensamentos ou assuntos que já estavam presentes. Descansa, hidrata-te, repara sem dramatizar e respeita o teu ritmo. Se alguma experiência te causar preocupação ou mal-estar persistente, podes contactar-me ou procurar o profissional de saúde adequado.
Não. O propósito dos Ciclos Reiki é ser um mero boost de energia, um empurrão para quem está a começar a olhar para as suas gavetas ou para regressar ao equilíbrio quando nos distraímos com a agitação da vida. Não há qualquer avaliação, leitura, ou interferência minha sem ser via Reiki. Para facilitar o entendimento de todos sobre o processo, respondo sempre que surgem dúvidas e vou partilhando as vossas vivências e experiências. O propósito dele é só e apenas ser recebido.
Claro. Podes começar por um ciclo de 21 dias e, no final, deixar a experiência assentar, antes de decidires se queres continuar.
Não. Quando se fala em trabalho energético há máximas que devem ser sempre respeitadas, e não interferir no livre-arbítrio ou processo do outro é uma delas. A energia é inteligente e interferirá numa caminhada que não está a pedir por isso agora. Podemos partilhar e dar a conhecer, mas jamais interferir. Não nos esqueçamos que não sabemos nada sobre o processo do outro. A decisão de participar deve partir da própria pessoa.
Sim, os pais poderão inscrever os seus filhos até aos 9 anos sem conhecimento dos mesmos. Acredita-se que até essa idade os pais são responsáveis energeticamente pelos filhos. A partir dos 9 anos, a criança deve pedir ou demonstrar interesse em receber.
Indica a morada onde prevês passar a maior parte das noites ao longo dos 21 dias.
Sim. Os bebés também adoram.
Não recomendo o envio se tiveres uma cirurgia agendada ou outro procedimento médico. Podemos deixar a participação para o ciclo seguinte.
O envio diário termina e começa o tempo de integração. Depois, se sentires que faz sentido, podes escolher continuar para um novo ciclo. Sem obrigação. Ao teu ritmo.
Podes simplesmente abrir uma janela e permitir-te receber.
Durante 21 dias, eu comprometo-me com a minha parte: enviar, sustentar e respeitar o teu processo.
Da tua parte, não há nada para fazer bem. Só dormir, beber água, sentir e confiar um bocadinho mais do que controlas.
Às vezes, o primeiro passo não é fazer mais. É deixar entrar ar.
Podes começar com um único ciclo. 33€. Sem compromisso de continuar.
vamos a isso!